PREMATURIDADE- NOVEMBRO ROXO

Olá! Nesta postagem iremos falar sobre bebês prematuros e o Novembro Roxo!

Partos prematuros no Brasil estão acima da média mundial – O Paraná

Fonte: https://oparana.com.br/noticia/partos-prematuros-no-brasil-estao-acima-da-media-mundial/

O bebê é considerado prematuro ou pré-termo quando nasce antes de 37 semanas de gestação, podendo ser extremo (antes de 28 semanas), intermediário (entre 28 e 34 semanas) ou tardio (entre 34 e 37 semanas). Esses bebês não estão prontos para a vida fora do ventre materno, por isso, são delicados e precisam de muitos cuidados. 

Quanto menor o tempo de gestação e quanto mais baixo for o peso ao nascer, mais vulnerável esse bebê é. As estruturas do corpinho dele ainda não estão totalmente desenvolvidas, então ele precisa de ajuda, por exemplo, para respirar e para se alimentar.

 Para isso, ele fica internado na UTI Neonatal, onde recebe todos os cuidados necessários para que seu corpo consiga amadurecer. A incubadora e o espaço da UTI fazem uma estrutura próxima ao ambiente necessário para sua sobrevivência como se estivesse dentro do útero materno. A incubadora deixa o bebê aquecido, mas as atividades necessárias para o cuidado não deixam o ambiente tão silencioso e escurinho como o do ventre materno, por essa e outras razões o melhor lugar para o bebê se desenvolver é no útero de sua mãe. Não tenha presa para o nascimento do seu bebê, cesáreas antecipadas desnecessariamente podem trazer um bebê ainda imaturo.

 Assim, esperar a hora do nascimento, fazer o pré-natal e estar atenta a qualquer sinal de que há algo errado com a sua saúde de modo que faça você buscar imediatamente a unidade de saúde que te acompanha podem ser meios importantes de se evitar o nascimento de um prematuro.

Caso o bebê nasça prematuro, mesmo com todos os cuidados de prevenção, ele pode precisar de ajuda: alguns respiram com ajuda de um aparelho; alguns precisam tomar remédio pela veia; alguns usam o banho de luz; entre outros. Todos ficam monitorizados para se ter certeza de que estão bem. Além disso, muitos não estão prontos para mamar, então se alimentam por uma sonda até que desenvolvam os reflexos de sucção.

prematuridade - Mundo Adaptado®

Fonte: https://mundoadaptado.com.br/prematuridade/t

No entanto, a prematuridade não é motivo para perder as esperanças! Com a tecnologia e a informação que possuímos hoje, muitos bebês prematuros se desenvolvem bem e vão para casa com suas famílias, mas é preciso ter paciência, cada bebê tem o seu tempo e respeitar isso é fundamental para que ele fique bem.

DIA MUNDIAL DA PREMATURIDADE

Fonte: http://www.ftneuroped.ufscar.br/noticias/dia-mundial-da-prematuridade/

Temos um dia especial para falarmos sobre isso, é o dia 17 de novembro, que é considerado mundialmente como o dia da prematuridade, com o objetivo de chamar a atenção para esse tema tão importante e que tem grande impacto na mortalidade infantil, além de discutir os meios de prevenção e tratamento. No Brasil temos o Novembro Roxo, um mês usado para conscientizar sobre a prematuridade e realizar atividades sobre o tema tanto para os profissionais quanto para as famílias.

Caminhada pela Prematuridade acontece neste domingo em Campo Grande –  Maternidade Cândido Mariano

Fonte: https://maternidadecandidomariano.org.br/caminhada-pela-prematuridade-acontece-domingo-em-campo-grande/

DIA MUNDIAL DA PREMATURIDADE

Fonte: Prematuridade.com

Qualquer dúvida sobre este ou outro tema, nos escreva!

Referências:

Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria. – 2.ed. – Barueri, SP: Manole, 2010.

Instituto Fernandes Figueira. Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente. Disponível em: <portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br>. Acesso em 22 de outubro de 2020.

Tamez, Raquel Nascimento. Enfermagem na UTI Neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. – 5.ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

Texto produzido pela Acadêmica de Enfermagem Alice Dutra da Silva e Profª Drª Cristiane Rodrigues da Rocha.

Publicado por Dra. Cristiane Rocha

Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Obstetrícia pela UFRJ e Especialista em a Moderna Educação pela PUC.

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